Saúde Caixa: Negociações sobre comitês de credenciamento
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Saúde Caixa: Negociações sobre comitês de credenciamento

O Grupo de Trabalho (GT) do Saúde Caixa se reuniu na segunda-feira (17/2) para dar continuidades aos debates sobre a constituição dos comitês de credenciamento e descredenciamento de profissionais de saúde, clínicas e hospitais na rede de atendimento do plano.
O encontro resultou em um avanço importante, com a Caixa aceitando ampliar o número de comitês, de participantes e de reuniões, além da inclusão de empregados das redes locais nos comitês. Isso aumenta sua regionalização, o que aproxima os usuários do plano e contribui para melhorar a cobertura da rede credenciada.

Na sua proposta inicial, a Caixa havia sugerido a criação de oito comitês (um em cada Gipes), composto por oito membros cada (quatro indicados pelas entidades de representação dos trabalhadores das respectivas bases e quatro indicados pelo banco, sendo três da Gesad/Cesad e o gerente da Gipes) e as reuniões dos comitês ocorreriam a cada seis meses.
Após contraproposta da representação dos trabalhadores, ficou definido que serão 14 comitês com 12 membros cada um, e que, entre os seis indicados pelo banco em cada comitê, haverá empregadas ou empregados da rede local. A periodicidade das reuniões será trimestral.
A Caixa ficou de analisar um ponto questionado pela representação dos trabalhadores, para ampliar a divulgação de informações dos comitês aos usuários do plano, desde que as informações não atrapalhem negociações em andamento.

 Relatório financeiro e negociação do custeio

Outro ponto da reunião do GT, formado por representantes dos empregados e da Caixa, foi a apresentação dos números do relatório financeiro de 2024 do plano de saúde.
A representação dos empregados avalia que os resultados de 2024 apresentados pelo banco são preocupantes, apesar da redução do déficit do plano em comparação aos resultados acumulados até agosto de 2024. Embora o relatório atuarial da Caixa indique um aumento para o plano já em 2025, a Caixa não trouxe na reunião nenhuma proposta de reajuste nos itens de custeio.
Os representantes dos empregados deixam claro que não aceitam o aumento da mensalidade e que o déficit deve ser resolvido com a retirada do teto de investimento pela Caixa.
FEEB-BA/SE

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